Com suas economias historicamente voltadas para o mercado externo, os países sulamericanos acabaram negligenciando a integração física de seus sistemas de transportes, energia e de comunicações. Criada em 2000, por meio da articulação diplomática brasileira, a Iniciativa para a Integração da Infraestrutura Regional Sul-Americana (IIRSA) teve como principal objetivo minimizar essas deficiências.
Para tanto, foram pensados alguns eixos prioritários. A seguir, são destacados dois, por meio da descrição de seus objetivos:
Eixo I – Busca interligar as regiões mais dinâmicas em termos econômicos, concentrando os mais importantes fluxos comerciais da América do Sul;
Eixo II – Busca abrir uma alternativa, pelo Pacífico, para o escoamento da soja e de outros grãos produzidos no centro-oeste brasileiro.
Assinale a alternativa que representa, respectivamente, os eixos I e II:
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Agora que Serafina aprendeu a tricotar, ela precisa praticar.
a) O que dona Idalina fez para ajudá-la?
b) Algo estava atrapalhando Serafina a praticar. O que era? Explique por que isso a estava atrapalhando.
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Observe a gravura e o mapa abaixo referentes às paisagens naturais africanas:
A vegetação da gravura faz parte da paisagem natural africana. Identifique nas alternativas abaixo aquela que indica corretamente o tipo de vegetação, sua localização no mapa de acordo com a indicação numérica e as características desse tipo de formação:
- Física | 3.1 Termometria
(UERJ)
A ARTE DE ENVELHECER
O envelhecimento é sombra que nos acompanha desde a concepção: o feto de seis meses é muito mais velho do que o embrião de cinco dias.
Lidar com a inexorabilidade desse processo exige uma habilidade na qual nós somos inigualáveis: a adaptação. Não há animal capaz de criar soluções diante da adversidade como nós, de sobreviver em nichos ecológicos que vão do calor tropical às geleiras do Ártico.
Da mesma forma que ensaiamos os primeiros passos por imitação, temos que aprender a ser adolescentes, adultos e a ficar cada vez mais velhos.
A adolescência é um fenômeno moderno. Nossos ancestrais passavam da infância à vida adulta sem estágios intermediários. Nas comunidades agrárias o menino de sete anos trabalhava na roça e as meninas cuidavam dos afazeres domésticos antes de chegar a essa idade.
A figura do adolescente que mora com os pais até os 30 anos, sem abrir mão do direito de reclamar da comida à mesa e da camisa mal passada, surgiu nas sociedades industrializadas depois da Segunda Guerra Mundial. Bem mais cedo, nossos avós tinham filhos para criar.
A exaltação da juventude como o período áureo da existência humana é um mito das sociedades ocidentais. Confinar aos jovens a publicidade dos bens de consumo, exaltar a estética, os costumes e os padrões de comportamento característicos dessa faixa etária tem o efeito perverso de insinuar que o declínio começa assim que essa fase se aproxima do fim.
A ideia de envelhecer aflige mulheres e homens modernos, muito mais do que afligia nossos antepassados. Sócrates tomou cicuta aos 70 anos, Cícero foi assassinado aos 63, Matusalém sabe-se lá quantos anos teve, mas seus contemporâneos gregos, romanos ou judeus viviam em média 30 anos. No início do século 20, a expectativa de vida ao nascer nos países da Europa mais desenvolvida não passava dos 40 anos.
A mortalidade infantil era altíssima; epidemias de peste negra, varíola, malária, febre amarela, gripe e tuberculose dizimavam populações inteiras. Nossos ancestrais viveram num mundo devastado por guerras, enfermidades infecciosas, escravidão, dores sem analgesia e a onipresença da mais temível das criaturas. Que sentido haveria em pensar na velhice quando a probabilidade de morrer jovem era tão alta? Seria como hoje preocupar-nos com a vida aos cem anos de idade, que pouquíssimos conhecerão.
Os que estão vivos agora têm boa chance de passar dos 80. Se assim for, é preciso sabedoria para aceitar que nossos atributos se modificam com o passar dos anos. Que nenhuma cirurgia devolverá aos 60 o rosto que tínhamos aos 18, mas que envelhecer não é sinônimo de decadência física para aqueles que se movimentam, não fumam, comem com parcimônia, exercitam a cognição e continuam atentos às transformações do mundo.
Considerar a vida um vale de lágrimas no qual submergimos de corpo e alma ao deixar a juventude é torná-la experiência medíocre. Julgar, aos 80 anos, que os melhores foram aqueles dos 15 aos 25 é não levar em conta que a memória é editora autoritária, capaz de suprimir por conta própria as experiências traumáticas e relegar ao esquecimento inseguranças, medos, desilusões afetivas, riscos desnecessários e as burradas que fizemos nessa época.
Nada mais ofensivo para o velho do que dizer que ele tem “cabeça de jovem”. É considerá-lo mais inadequado do que o rapaz de 20 anos que se comporta como criança de dez.
Ainda que maldigamos o envelhecimento, é ele que nos traz a aceitação das ambiguidades, das diferenças, do contraditório e abre espaço para uma diversidade de experiências com as quais nem sonhávamos anteriormente.
DRÁUZIO VARELLA. Folha de São Paulo, 23/01/2016.
O processo de adaptação consiste na capacidade do ser humano de criar soluções diante das adversidades, permitindo sua sobrevivência desde os trópicos, cuja temperatura média é de 20°C às regiões polares, onde termômetros atingem temperaturas próximas a -40°C.Considerando os valores acima, a variação em módulo temperatura na escala Kelvin, corresponde a: - Matemática - Fundamental | 07. Ângulos e Retas
A figura é composta por: um losango, um paralelogramo, um triângulo isósceles e um triângulo retângulo. A medida, em graus, do ângulo B ^ é
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Leia a tirinha de Calvin e Haroldo para responder a questão.
Disponível em: http://depositodocalvin.blogspot.com/. Acesso em 02 nov. 2011.
A expressão “balão d’água”, que aparece no segundo e no último quadros da tirinha, significa que o balão utilizado pelas personagens está cheio de água. Nesse termo foi utilizada a preposição de, de forma contraída. Observe: Balão d’água = balão de água. A relação de sentido que pode ser atribuída a essa expressão por meio do uso da preposição é