Todos os tons
Material:
- Revistas para recorte
- Cartolina branca
- Tintas guache preta, branca e cores primárias (a atividade pode ser feita também com aquarela)
Atividade:
- Divida a sala em quatro grupos, cada um representando uma cor: amarelo, magenta, azul e preto. Se achar necessário, de acordo com o número de alunos em sala, divida em 8 grupos.
- Cada grupo deverá então:
- encontrar o maior número possível de tonalidades da cor de seu grupo;
- colá-las em ordem crescente, do mais suave ao mais escuro na cartolina.
- tentar com a tinta reproduzir o mesmo número de tonalidades. Obs.: Devido às distintas naturezas do pigmento utilizado, as cores podem ser distintas das encontradas na revista, o importante é obter o maior número possível de variação tonal da mesma cor.
- A atividade pode ser desenvolvida como uma competição e como prêmio, pode ser exibida uma animação à escolha do time vencedor, por exemplo.
Questões relacionadas
- História | 6.08 Imperialismo
(UDESC) A China desponta nos dias de hoje como uma das possíveis grandes potências do próximo século. Todavia, até meados do século XIX, ela era um país em grande parte isolado do restante do mundo e que, apesar de apresentar uma economia enfraquecida, resistia à voracidade dos interesses ocidentais. Naquela época os primeiros a quebrarem esse isolamento foram os ingleses
Assinale a ÚNICA alternativa que corresponde aos meios empregados pelos ingleses para impor à China o comércio e outras influências ocidentais:
- Matemática - Fundamental | 09. O Triângulo Retângulo
Considere o triângulo ABC, em que BC = 10 cm e m(
) = 30º. A altura
desse triângulo determina, sobre o lado
, o segmento
, que mede 12 cm.
A medida do lado
desse triângulo, em centímetros, é igual a:
- Matemática - Fundamental | 9.2 Dobro, Triplo, Quádruplo
Antônio faz bolos de aniversário. Ele usa como base uma receita de pão de ló. As quantidades de ingredientes para fazer a receita de pão de ló estão na tabela a seguir.
1 bolo
2 bolos
3 bolos
4 bolos
5 bolos
Ingredientes
6 ovos
12 ovos
2 xícaras de chá de açúcar
3 xícaras de chá de farinha de trigo
1 xícara de suco de laranja
1 colher de sopa de fermento em pó
Disponível em: http://www.mytaste.com.br/click/index/10504960/ Acesso em: 22 maio 2015.
Preencha a tabela com quantidade de ingredientes necessária em cada situação.
- Língua Portuguesa | B. Classes de Palavras
Texto 1
O texto I é um excerto de Baú de Ossos (volume 1), do médico e escritor mineiro Pedro Nava. Inclui-se essa obra no gênero memorialístico, que é predominantemente narrativo. Nesse gênero, são contados episódios verídicos ou baseadas em fatos reais, que ficaram na memória do autor. Isso o distingue da biografia, que se propõe contar a história de uma pessoa específica.
[1] O meu amigo Rodrigo Melo Franco de
Andrade é autor do conto “Quando minha avó
morreu”. Sei por ele que é uma história
autobiográfica. Aí Rodrigo confessa ter passado,
[5] aos 11 anos, por fase da vida em que se sentia
profundamente corrupto. Violava as promessas
feitas de noite a Nossa Senhora; mentia
desabridamente; faltava às aulas para tomar
banho no rio e pescar na Barroca com
[10] companheiros vadios; furtava pratinhas de dois
mil-réis... Ai! de mim que mais cedo que o
amigo também abracei a senda do crime e
enveredei pela do furto... Amante das artes
plásticas desde cedo, educado no culto do belo,
[15] eu não pude me conter. Eram duas coleções de
postais pertencentes a minha prima Maria Luísa
Palleta. Numa, toda a vida de Paulo e Virgínia –
do idílio infantil ao navio desmantelado na
procela. Pobre Virgínia, dos cabelos
[20] esvoaçantes! Noutra, a de Joana d’Arc, desde os
tempos de pastora e das vozes ao da morte.
Pobre Joana dos cabelos em chama! Não resisti.
Furtei, escondi e depois de longos êxtases, com
medo, joguei tudo fora. Terceiro roubo, terceira
[25] coleção de postais – a que um carcamano,
chamado Adriano Merlo, escrevia a uma de
minhas tias. Os cartões eram fabulosos. Novas
contemplações solitárias e piquei tudo de latrina
abaixo. Mas o mais grave foi o roubo de uma
[30] nota de cinco mil-réis, do patrimônio da própria
Inhá Luísa. De posse dessa fortuna nababesca,
comprei um livro e uma lâmpada elétrica de
tamanho desmedido. Fui para o parque Halfeld
com o butim de minha pirataria. Joguei o troco
[35] num bueiro. Como ainda não soubesse ler,
rasguei o livro e atirei seus restos em um
tanque. A lâmpada, enorme, esfregada, não fez
aparecer nenhum gênio. Fui me desfazer de
mais esse cadáver na escada da Igreja de São
[40] Sebastião. Lá a estourei, tendo a impressão de
ouvir os trovões e o morro do Imperador
desabando nas minhas costas. Depois dessa
série de atos gratuitos e delitos inúteis, voltei
para casa. Raskólnikov. O mais estranho é que
[45] houve crime, e não castigo. Crime perfeito.
Ninguém desconfiou. Minha avó não deu por
falta de sua cédula. Eu fiquei por conta das
Fúrias de um remorso, que me perseguiu toda a
infância, veio comigo pela vida afora, com a
[50] terrível impressão de que eu poderia reincidir
porque vocês sabem, cesteiro que faz um
cesto... Só me tranquilizei anos depois, já
médico, quando li num livro de Psicologia que só
se deve considerar roubo o que a criança faz
[55] com proveito e dolo. O furto inútil é fisiológico e
psicologicamente normal. Graças a Deus! Fiquei
absolvido do meu ato gratuito...
(Pedro Nava. Baú de ossos. Memórias 1. p. 308 a 310.)
O texto de Pedro Nava tem uma estrutura linguística que se pode demarcar com facilidade. Atente ao que se diz sobre essa estrutura.
I. Uma das possíveis divisões dessa estrutura é a seguinte: a primeira parte, da linha 1 à linha 11 (“mil réis”); a segunda parte, da linha 11 (“Ai! de mim”) até a linha 47 (“cédula”); a terceira parte, da linha 47 (“Eu fiquei”) à linha 52 (“cesto”).
II. Essa divisão apresenta uma lógica interna: o texto começa com a referência a um amigo do enunciador, cujos crimes serão comparados com os crimes desse enunciador; segue com a relação dos delitos cometidos pelo enunciador e termina com o relato da remissão desse enunciador pelas transgressões por ele praticadas quando criança.
III. O emprego do pretérito imperfeito do indicativo, entre as linhas 5 e 10, indica que as ações expressas por esses verbos são ações que se repetem (aspecto iterativo ou frequentativo).
Está correto o que se diz em
- História | 5.7 Iluminismo
(UPE) O Princípio de Separação dos Poderes, embora tenha sido positivado por meio da revolução constitucionalista do final do século XVIII, tem raízes muito mais profundas, tendo em vista que a preocupação de atribuir as funções fundamentais do estado a órgãos distintos é objeto de reflexão e discussão desde os primórdios da organização estatal. A separação dos poderes do Estado tem suas bases definidas por meio de uma teoria, que se desenvolveu ao longo do tempo, mediante a reflexão de filósofos que remontam à Antiguidade, consagrando-se efetivamente após a análise de Montesquieu, no século XVIII.
BARBOSA, Marília Costa. Revisão da Teoria da Separação dos Poderes do Estado. Escola Superior do Ministério Público do Ceará. (Adaptado)
Diante do contexto explicado, qual a principal característica da separação dos poderes no pensamento de Montesquieu?