(ESPM) O valor numérico da expressão para x = 0,8 e y = 0,3 é igual a:
Questões relacionadas
- Física | 1.1 Ferramentas Básicas
Em seu experimento para medir a constante gravitacional G, Henry Cavendish utilizou uma balança de torção composta por uma haste leve e longa, de comprimento L, com duas massas m em suas extremidades, suspensa por um fio fixado ao seu centro. Dois objetos de massa M foram aproximados às extremidades da haste, conforme mostra a figura abaixo, de tal forma que a haste sofreu um pequeno ângulo de deflexão ∆ ∅ a partir da posição inicial de repouso, e foi medida a distância b entre os centros das massas m e M mais próximos. Quando torcido de um ângulo ∅, o fio gera um torque restaurador τ = −κ ∅.
Determine a expressão aproximada de G, em termos dos parâmetros do sistema.
- Geografia - Fundamental | 01.3. A paisagem rural
Leia o trecho da música a seguir.
Sobradinho
O homem chega e já desfaz a natureza
Tira a gente põe represa, diz que tudo vai mudar
O São Francisco lá pra cima da Bahia
Diz que dia menos dia, vai subir bem devagar
E passo a passo vai cumprindo a profecia
Do beato que dizia que o sertão vai alagar (...)
(...) O sertão vai virar mar, dá no coração
O medo que algum dia o mar também vire sertão (...)
Disponível em: SÁ & GUARABIRA. Sobradinho. In: Sá & Guarabira. 10 anos juntos. CD RCA, 1989. (Fragmento). Acesso em 27/11/2010.
Os versos da música se referem
- Matemática - Fundamental | 6.1 Porcentagem
Deseja-se construir uma residência em um terreno com 1 000 m2, nas seguintes condições:
- Área de lazer com 200 m²
- Área interna da casa mais a área de lazer ocupam 50% do terreno
A área interna dessa casa é um número compreendido entre
- História | 6.12 Nazifascismo
(UESPI) Os sistemas políticos totalitários utilizaram-se da violência e tumultuaram os sonhos dos democratas durante o século XX. Formaram-se ditaduras que defendiam a intolerância contra os adversários e o reforço das tradições mais conservadoras. Na Espanha, por exemplo, o totalitarismo:
- Língua Portuguesa - Fundamental | 9.01 Texto narrativo
Essa é uma lenda do povo Inca. Esse povo sempre manteve respeito e admiração pelas estrelas por acreditar que nelas moravam os espíritos.
A CONSTELAÇÃO DA LHAMA
Chegava a noite. Sentado debaixo de uma árvore, o jovem índio recordava, meio dormindo, tudo o que sabia sobre Yacana. Os anciãos lhe haviam ensinado que era uma espécie de “duplo celestial” da lhama, que de noite descia à terra para comer e beber, mas que ninguém conseguia vê-la, porque só andava no fundo dos rios. Os grandes sacerdotes contavam que Yacana era enorme e que seus olhos imensos brilhavam mais que as outras estrelas do céu. Seu pelo era branco e sedoso e, quando voava de volta ao céu, o vento que a acompanhava assoviava como os passarinhos azuis da floresta. O jovem índio pensava nisso tudo quando, de repente, foi ofuscado por um clarão azulado. Pouco a pouco, a luz foi tomando a forma de uma lhama e pousou na terra, a pequena distância de onde ele estava, junto a uma fonte. Era tão parecida com todas as descrições de Yacana que já tinha ouvido, que o índio a reconheceu imediatamente. Primeiro, quis se aproximar e falar com ela, de tão feliz que ficou por encontrá-la. Mas teve medo e se encolheu, sem se mexer mais, para não ser percebido, e ficou olhando, com a respiração suspensa. A lhama sagrada bebeu água da fonte. De repente, o rapaz sentiu que caía sobre ele uma chuva de lã macia, como se alguém estivesse tosquiando um rebanho de lhamas. Mas como ele estava com medo de Yacana, não se mexeu, não saiu do esconderijo e esperou o dia clarear. Quando acordou, a lhama tinha desaparecido. Na certa, voltara para o céu enquanto ele estava de olhos fechados. Entretanto, a lã que ele sentira cair enquanto Yacana bebia água da fonte ainda estava lá. Eram centenas de chumaços, de todas as cores! Ele nem acreditava nos seus olhos. Para alguém tão pobre como ele, que não possuía uma única lhama, aquela era a oportunidade de sua vida! Louco de alegria, correu até junto da fonte. Disse a ela que ia venerá-la até o fim dos seus dias, e que, da mesma forma, ia adorar a constelação da lhama por toda a vida. Prometeu que voltaria todos os meses para oferecer o sacrifício de uma lhama jovem. Depois, recolheu toda aquela lã miraculosa e foi vendê-la na cidade. Os índios nunca tinham visto cores tão luminosas. Todo mundo queria comprar as lãs. Ele vendeu tudo e, com o dinheiro, comprou um casal de lhamas que, como se fosse mágico, lhe deu mais de duas mil lhamas em um ano. E ele logo ficou famoso em toda a montanha. Desde esse dia, os índios vão com frequência para perto da fonte sagrada, à espera de Yacana. Parece que ela desce à terra todas as noites, à meia-noite, e que bebe muita água. Os índios dizem que é por isso que não há mais inundações, porque com toda a água que os rios jogam no mar sem parar, se a constelação da lhama não viesse beber água todas as noites, o mar já teria transbordado há muito tempo e engolido mais uma vez todas as aldeias... (...) Ciência Hoje das Crianças. Ano 16, n. 135, maio 2003. p. 10-11.
Imagine que o jovem índio tenha tido uma segunda oportunidade de se encontrar com Yacana, mas, dessa vez, tomou coragem e conversou com ela.
Escreva um diálogo entre Yacana e o jovem índio, em que ele conta tudo o que Yacana fez por ele e lhe agradece. Acrescente outros assuntos que você quiser. Seu diálogo deve ter, pelo menos, três falas para cada um.