Dadas as matrizes e
, a equação obtida pelo det(A + B) = 0 tem, como soma de suas raízes:
Questões relacionadas
- História - Fundamental | 03.2. A cultura indígena
Leia o texto e responda à questão.
VIDA COTIDIANA E RITUAL ENTRE OS POVOS INDÍGENAS DO OIAPOQUE
No Estado do Amapá, moram os povos Karipuna, Galibi, Galibi Marworno e Palikur. Somam uma população de, aproximadamente, 5 mil indivíduos. Boa parte deles se comunica em vários idiomas. Além das línguas indígenas Galibi e Palikur, utilizam o patoá como língua comum, o português para comunicação com a população brasileira e o francês com os vizinhos da Guiana Francesa.
Habitando uma região em que a savana e os campos alagados predominam, mas onde há também floresta tropical de terra firme, os povos indígenas do Oiapoque desenvolveram modos particulares de interagir com este ambiente. Segundo as narrativas indígenas, esta paisagem é habitada por seres humanos, animais e vegetais, e também seres "do outro mundo", que se manifestam através dos pajés.
Alimentam-se basicamente de peixe, farinha de mandioca e frutas. Conforme a época do ano, o cardápio é variado com as carnes de tracajá, camaleão, pássaros e animais caçados na floresta. Excelentes produtores de farinha de mandioca, comercializam o que sobra em troca de produtos industrializados.
Produzir cerâmica é uma atividade que envolve toda a família. O homem conduz a canoa até o local da retirada do barro, mergulha no poço e traz, do fundo, a massa lisa de argila que será moldada pela mulher. Ele providencia a casca da árvore que será queimada, transformada em cinza, pilada pela esposa e acrescentada à argila. Com olhar atento e mãos experientes, é a mulher quem molda e dá forma à cerâmica, produzindo vários tipos de recipientes.
As casas no Oiapoque são, na maioria, palafitas com paredes e assoalhos de tábuas de madeira. Uma pequena escada permite o acesso à entrada. Há, geralmente, uma ou várias divisões internas, separando a sala dos quartos de dormir. Normalmente, dormem em esteiras de junco cobertas por um grande mosquiteiro, onde repousam o casal e filhos pequenos. Hoje, também, usam redes e camas. Não há muita mobília nas casas. Hoje, entretanto, a maioria possui uma televisão e uma antena parabólica, além de um prosdócimo, como dizem os índios, ou freezer, que permite preservar alimentos e gelar bebidas.
A cozinha é uma área parcialmente aberta, atrás da casa, onde há um fogão de barro e, às vezes, um fogão a gás. A “mesa” para a refeição é posta no chão, quando a família se reúne para comer o peixe assado ou fervido acompanhado de farinha, sal e tucupi.
Disponível em < http://oiapoque.museudoindio.gov.br/exposicao/povos/> Adaptação - Acesso em 12/01/2010
O texto fala dos povos indígenas do Oiapoque nos dias de hoje. Faça uma comparação destas informações com os traços culturais comuns aos índios na época do descobrimento e escreva:
a) três aspectos que permanecem.
b) três aspectos que foram modificados com o tempo.
- Língua Portuguesa | 1.03 Capacidade de Análise
Omolu espalhara a bexiga na cidade. Era uma vingança contra a cidade dos ricos. Mas os ricos tinham a vacina, que sabia Omolu de vacinas? Era um pobre deus das florestas d’África. Um deus dos negros pobres. Que podia saber de vacinas? Então a bexiga desceu e assolou o povo de Omolu. Tudo que Omolu pôde fazer foi transformar a bexiga de negra em alastrim, bexiga branca e tola. Assim mesmo morrera negro, morrera pobre. Mas Omolu dizia que não fora o alastrim que matara. Fora o lazareto*. Omolu só queria com o alastrim marcar seus filhinhos negros. O lazareto é que os matava. Mas as macumbas pediam que ele levasse a bexiga da cidade, levasse para os ricos latifundiários do sertão. Eles tinham dinheiro, léguas e léguas de terra, mas não sabiam tampouco da vacina. O Omolu diz que vai pro sertão. E os negros, os ogãs, as filhas e pais de santo cantam:
Ele é mesmo nosso pai
e é quem pode nos ajudar...
Omolu promete ir. Mas para que seus filhos negros não o esqueçam avisa no seu cântico de despedida:
Ora, adeus, ó meus filhinhos,
Qu’eu vou e torno a vortá...
E numa noite que os atabaques batiam nas macumbas, numa noite de mistério da Bahia, Omolu pulou na máquina da Leste Brasileira e foi para o sertão de Juazeiro. A bexiga foi com ele.
Jorge Amado, Capitães da Areia.
*lazareto: estabelecimento para isolamento sanitário de pessoas atingidas por determinadas doenças.
(FUVEST 2016 1° FASE) Das propostas de substituição para os trechos sublinhados nas seguintes frases do texto, a única que faz, de maneira adequada, a correção de um erro gramatical presente no discurso do narrador é:
- Língua Portuguesa - Fundamental | 9.05 Tirinha
Texto base: Leia a tirinha a seguir, da Turma da Mônica.
Enunciado:
Explique o humor presente na tirinha, de acordo com as imagens e o contexto.
- Matemática | 8.2 Permutação
A vendedora de roupas está arrumando os cabides da vitrine de uma loja. Ela deve pendurar camisas, bermudas e casacos na vitrine, de modo que cada peça fique uma do lado da outra sem sobreposição.
Quantas são as disposições possíveis nessa arrumação, de modo que as peças de um mesmo tipo fiquem sempre juntas, lado a lado na vitrine?
- Matemática - Fundamental | 04. Frações
Leia o texto a seguir sobre a bacia do rio São Francisco, uma das principais e maiores do Brasil. A bacia hidrográfica do rio São Francisco abrange 639 219 km 2 de área de drenagem (7,5% do país) e vazão média de 2 850 m3 /s (2% do total do país). O rio São Francisco tem 2700 km de extensão e nasce na Serra da Canastra em Minas Gerais, escoando no sentido sul-norte pela Bahia e por Pernambuco, quando altera seu curso para este, chegando ao oceano Atlântico através da divisa entre Alagoas e Sergipe. A bacia possui sete unidades da federação – Bahia (48,2%), Minas Gerais (36,8%), Pernambuco (10,9%), Alagoas (2,2%), Sergipe (1,2%), Goiás (0,5%), e Distrito Federal (0,2%) – 504 municípios (cerca de 9% do total de municípios do país). Acesso em:<https://www.ecodebate.com.br/2020/05/13/um-mergulho-na-cobranca-pelo-uso-das-aguas-na-bacia-hidrografica-do-rio-sao-francisco-artigo-de-almacks-luiz-silva/> 30 out. 2020.
O Brasil é composto de 27 unidades da federação. Assim, a fração que representa a quantidade de unidades presentes na bacia do São Francisco em relação ao total de unidades é igual a