Texto base: Leia a tirinha a seguir. BECK, Alexandre. Armandinho. Disponível em: <http://coral.ufsm.br/arco/Digital/Noticia.php?Id_Noticia=254>. Acesso em: 28 abr. 2018.
Enunciado:
Para interpretar a tira, em quais palavras você pensou? À qual classe de palavras elas pertencem?
Questões relacionadas
- Língua Portuguesa - Fundamental | Não Possui Tópico Definido
Leia o texto a seguir, sobre a linguagem dos lobos, para responder a questão.
Lobos conversam entre si
Quando pensamos em comunicação, lembramos da fala e da escrita. Mas esse é o jeito humano de trocar informações. Os lobos não falam nem escrevem, mas se comunicam de diversas maneiras tão eficazes quanto a fala. Eles usam a linguagem corporal, e uma enorme variedade de uivos e sons.
Por exemplo, demonstram raiva ao deixar as orelhas apontadas para cima e mostram os dentes. Se estiverem com medo, as orelhas se voltam para trás e a cauda fica entre as pernas. Um lobo demonstra respeito ao manter a cabeça abaixo da cabeça de outro lobo, e quando deita de barriga para cima é sinal de submissão.
O olfato dos lobos é cem vezes mais potente que o do ser humano e eles também usam esse sentido para se comunicar - ao demarcar seu território com urina, por exemplo, o lobo está "dizendo" para outra alcateia que o território em questão tem dono.Também exalam feromônios para "dizer" quando é a época de acasalar. O uivo é muitas vezes usado para reunir a família de lobos.
Os índios que convivem com os lobos nas reservas e os cientistas que estudam o comportamento dos lobos deitam-se de barriga para cima ao deparar-se com eles - ficando numa posição submissa e demonstrando respeito ao canídeo para que tenham certeza de que ele não lhes fará mal algum.
Disponível em: http://educacao.uol.com.br/biologia/lobos-lobos-alfa-e-beta-linguagem-corporal-dos-lobos-e-sua-alimentacao.jhtm. Acesso em 03 nov. 2011.
De acordo com o texto, qual (is) a(s) diferença(s) entre a comunicação dos lobos e a comunicação humana?
- Ciências - Fundamental | 06. Nutrição do corpo humano
Analise a pirâmide alimentar a seguir.
Disponível em: <http://www.cm-vfxira.pt/files/3/multimedias/20080506163338813457.png>. Acesso em: 17 mar. 2014.
A pirâmide revela que
- Geografia | A. Globalização
Os belgas não se entendem entre si e já se teriam separado em países diferentes não fossem o seu rei e, mais recentemente, a adoção de uma forma de governo federativa, em que a Valônia, Flandres e Bruxelas têm grande autonomia política e administrativa em relação ao governo nacional, além do surgimento e fortalecimento da União Européia, que faz com que os belgas se sintam cada vez mais membros de uma comunidade européia multicultural e multilíngüe, e menos belgas, o que ajuda a diluir seus antagonismos internos.
RICARDO C. COELHO Adaptado de Os franceses. São Paulo: Contexto, 2007.
A compreensão da situação relatada no texto e representada em termos espaciais no mapa somente é possível a partir da distinção entre os seguintes conceitos importantes para as Ciências Humanas:
- Literatura | 8. Obras Literárias
Nesse livro, ousadamente, varriam-se de um golpe o sentimentalismo superficial, a fictícia unidade da pessoa humana, as frases piegas, o receio de chocar preconceitos, a concepção do predomínio do amor sobre todas as outras paixões; afirmava-se a possibilidade de construir um grande livro sem recorrer à natureza, desdenhava-se a cor local; surgiram afinal homens e mulheres, e não brasileiros (no sentido pitoresco) ou gaúchos, ou nortistas, e, finalmente, mas não menos importante, patenteava-se a influência inglesa em lugar da francesa.
Lúcia Miguel Pereira, História da Literatura Brasileira Prosa de ficção de 1870 a 1920. Adaptado.
(FUVEST 2016 1° FASE) O livro a que se refere a autora é
- Língua Portuguesa - Fundamental | 01.1. Processo de formação das palavras, sílaba tônica e pronomes indefinidos
Texto para a questão. O Começo A minha última lembrança da nossa partida de Riga, na Letônia, onde vivi dos dois até os dez anos, para um exílio voluntário, mas supostamente temporário, da minha família para o misterioso e longínquo Brasil, é a cena da estação ferroviária coalhada de gente que viera se despedir de nós quatro: minha mãe e seus três filhotes — eu, a mais velha, e meus dois irmãos menores. (Papai já estava lá, à nossa espera, pois viajara alguns meses antes, para “preparar o terreno”.) Na plataforma se acotovelavam os avôs e avós, tios e tias, primos e primas, adultos e crianças, e muitos amigos — um bota-fora agitado, mas não alegre. Lembro-me em especial do meu primo Márik, um ano mais velho do que eu, que me abraçou, chorando e dizendo: “Tánia, não se case lá, quando eu crescer eu vou te buscar...”. Mal sabíamos que aquela era a última vez que nos víamos — no futuro, seríamos para sempre separados pela Segunda Grande Guerra, pelo terrível e assassino nazismo e... Mas não quero falar disso agora. O que eu quero é contar alguns momentos da minha — agora já bem longa — vida no Brasil, onde aportamos, a bordo de um transatlântico, em fins de 1929. E nos fixamos na minha amada cidade de São Paulo, que eu adotei e que me adotou, após três anos de “choque cultural”, na rua Jaguaribe, no populoso bairro de Santa Cecília. Não foi fácil para os meus pais — embora minha mãe, cirurgiã-dentista formada em 1914, logo começasse a trabalhar na sua profissão e meu pai, poliglota, logo dominasse o português, falado e escrito. Mas para nós crianças a adaptação à nova vida, na nova rua, com outra língua — tão diferente do russo e do alemão que falávamos —, outro clima, outros costumes, outro tudo foi muito difícil; aquele primeiro período foi uma verdadeira pororoca. Um torvelinho de sensações, impressões e problemas — e também deslumbramentos de toda espécie. Era tudo muito perturbador, sendo que talvez a maior das provações fosse o conflito “cultural” com os meninos daquela rua, moleques terríveis que nos hostilizavam por sermos estrangeiros e nos agrediam, verbal e fisicamente, a toda hora, naqueles três anos tão difíceis... Tatiana Belinky. 17 é Tov. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2015. Vocabulário
exílio: saída (forçada ou voluntária) do próprio país.
torvelinho: redemoinho.
provação: sofrimento, angústia, dificuldade.
hostilizavam: agrediam, ofendiam.
Enunciado:
A frase em que a palavra em destaque não é formada por sufixo é: