27. Lee la definición de la palabra cartel.
m. Anuncio o aviso en lugar público con fines informativos o publicitarios.
Disponible en: www.wordreference.com . Acceso en: 17 ene. 2012.
Ahora lee los carteles y señala la campaña para concienciar a los estudiantes sobre la importancia de una conducta correcta en los autobuses escolares.
Questões relacionadas
- Biologia | 10.4 Artrópodes e Equinodermos
(UFPB) Os artrópodes compõem o grupo com maior número de espécies (cerca de 1.100.000) do reino animal, o que corresponde aproximadamente a 70% de toda a biodiversidade conhecida. Esse grupo possui grande plasticidade fenotípica e ampla distribuição, sendo encontrado desde profundidades com cerca de dez mil metros até altitudes de aproximadamente sete mil metros. Entre os representantes desse grupo, encontram-se os quelicerados (ex.: aranhas, escorpiões e carrapatos), os insetos (ex.: gafanhotos, joaninhas e abelhas) e os crustáceos (ex.: caranguejos, lagostas e camarões). Considerando as características gerais dos artrópodes, é correto afirmar:
- Língua Portuguesa - Fundamental | 7.05 Adjunto Adnominal e Adjunto Adverbial
Leia o texto seguinte.
Chovia, e eu a caminho do banco — ainda sou daquelas que vão ao banco pagar contas. Dobrei a esquina e, diante do botequim que em dias mais amenos acolhe os moradores da comunidade, vi o pombo. Um pombo escuro, todo molhado, as penas coladas no corpo magro. Visivelmente doente. Ciscava na calçada à cata de migalhas, mais prováveis naquele lugar onde há sempre gente comendo. Não parecia disposto a voar. “Coitado do pombo!” — comentei com um popular que tomava café de copo na porta do botequim — “Está doente e com fome. Pombos sadios não se molham na chuva”. O homem concordou olhando para ele, o bicho estava doente mesmo.
Fiquei alguns minutos observando aquela busca nos vãos entre as pedras portuguesas, modesta caçada para a qual só o bico era arma ou ferramenta. Depois fui no meu rumo, levando uma ponta de tristeza.
Poucos passos adiante passei pelo gazista que já me atendeu mais de uma vez, pessoa boníssima a quem dei alguns livros para os netos. Perguntou como eu estava, respondi que eu ia bem, mas o pombo da esquina parecia doente. Olhamos ambos a criatura. “E além do mais tem fome”, acrescentei. “A senhora é que tem bom coração” arrematou ele.
Bom coração coisa nenhuma, murmurei silenciosamente para mim mesma enquanto seguia caminho pisando nas poças como castigo embora calçasse galochas. Tivesse bom coração, continuou meu pensamento, comprava alguma coisa para o pombo comer.
Bolo parecia uma boa ideia, fácil de esfarelar. Mas eu estava com pressa, ia dar a hora do almoço. Fui em frente.
Fiz o que tinha que fazer no banco e vinha voltando, quando passei pela padaria. Um pão daria muita migalha. Entrei contente, comprei um pãozinho francês ainda morno. Mas quando cheguei à esquina o pombo não estava lá. Procurei por ele na rua, do outro lado, virando a esquina. Nem sinal. Havia sido espantado pela chuva ou pela fome.
Protegi com a mão o saquinho de papel, não fosse o pão murchar com a umidade. E pensava que utilidade lhe dar, quando vi se aproximando na calçada, em sentido contrário, um homem descalço, de bermuda, olhos grandes no rosto magro, que se abrigava debaixo de uma barraca de praia grande, colorida e gotejante. Quanto cruzamos caminho, ele me pediu, sem grande expectativa e continuando a caminhar, algo para comer. “Quer um pão?” perguntei virando-me, já dois passos à frente. “Tá fresquinho” acrescentei, como a dizer que não era coisa pouca. “Aceito”, ele respondeu com delicadeza, ”Deus lhe pague”. O saquinho de papel trocou de mãos, o pão tinha achado sua função.
Há sempre alguém com fome.
Atravessei a rua em direção ao meu prédio. Ia sorridente por ter conseguido atender pelo menos uma das duas necessidades.
Antes da entrada, mas já debaixo da marquise, fechei o guarda-chuva e o deixei longamente gotejar. Não queria molhar nem mármore nem elevador. Esperava as últimas gotas caírem, quando um porteiro do prédio se aproximou. “Dá licença, D. Marina?” disse já se apropriando do guarda-chuva. Fechou-o no punho, deu com ele duas ou três firmes chicotadas no ar expelindo toda a água, e o devolveu quase seco. “Que jeito ótimo de impedir poças indesejadas!”, exclamei à guisa de agradecimento. E redobrei o sorriso.
Há sempre alguém para nos ensinar alguma coisa.
Vocabulário
Ciscava - Mexia no solo buscando alimentos; ação comum a galinhas.
Gazista – Indivíduo que acende os candeeiros de gás, para iluminação pública.
Guisa – Ao jeito de; ao modo de.
COLASANTI, Marina. Há sempre alguém. In: Marina Manda Lembranças. Disponível em: https://www.marinacolasanti.com/2019/05/ha-sempre-alguem.html. Acesso: 11 jul.2019.
Em “Procurei por ele na rua, do outro lado, virando a esquina.” a expressão destacada classifica-se como
- Ciências - Fundamental | 02.4. Os estados físicos dos materiais
Analise a figura.
A figura apresenta a água em forma de
- Língua Espanhola | 1. Interpretação de Textos
(ENEM 2017 LIBRAS)
Salta, 11 de enero de 1843.
Sr. Tenente Manuel Isidoro Belzu
Jirón de Puka-Cruz/La Paz/Bolívia
Manuel, mi querido Manuel:
Dejé que mi caballo me guiara por senderos en espiral y aquí estoy, sola, en un vallecito escondido entre las sierras. Todo esverdea, todo azulea. Salpica el blanco. Los azahares de los naranjos... [...] Y te extraño, mucho, muchísimo, como nunca, Manuel. ¿Tuve que hacer este viaje para darme cuenta? Valía la pena, entonces.
MERCADER, M. Juanamanuela mucha mujer. Barcelona: Planeta, 1983.
A saudação utilizada na introdução da carta, além de estabelecer interação, aporta um caráter intimista ao texto, ao - História | 1.6 Crise do Sistema Colonial e Ciclo da Mineração
A insistência de Melo e Castro na derrama, junto com seus atos contra os devedores da Coroa em Minas, proporcionou aos magnatas da capitania um subterfúgio pré-fabricado para alcançarem seus próprios objetivos egoístas, sob o disfarce de um levante popular. Os que tinham mais a ganhar com o rompimento com Portugal eram, evidentemente, os abastados plutocratas ameaçados de perder todo o seu patrimônio nos processos da Real fazenda. A derrama era um tributo que recaía sobre toda a população e, assim, podia ser usada por estes interesses – os interesses daqueles que durante tantos anos tinha sido, eles próprios, os arrecadadores e agentes da autoridade real, os opressores, portanto – dando-lhes uma fachada respeitável e a possibilidade de atrair o apoio popular para sua causa. [....].
MAXWEEL, K. Os Magnatas da Inconfidência. Revista Nossa História. Ano 2, nº 18, Rio de Janeiro, 2005. VOT2022.
De acordo com o historiador Maxweel, durante a conspiração dos Inconfidentes de Minas Gerais havia o propósito de