O Banco Central gastava R$180,48 para confeccionar 1000 notas de R$50,00.
(A) Desenhe as notas e moedas que equivalem a essa quantia gasta pelo Banco Central.
(B) Quanto o Banco Central gastava para confeccionar 500 notas de R$50,00?
Questões relacionadas
- Arte
(ENEM 2017 LIBRAS)
A exploração dos contrastes entre o claro e o escuro é própria da arte barroca, como é o caso da obra Judite e Holoferne. O tratamento de luminosidade empregado por Caravaggio nessa obra
- Geografia - Fundamental | 2.01 O Uso das Fontes de Energia Renováveis e Não Renováveis
Depois de fechar usinas nucleares, Alemanha teme apagões.
A Alemanha não sofre apagões significativos desde o severo período posterior à Segunda Guerra Mundial, mas agora está encarando essa possibilidade, depois de fechar metade de seus reatores nucleares praticamente do dia para a noite. A energia nuclear vem gerando há muito tempo quase um quarto da eletricidade da Alemanha. Mas depois do tsunami e terremoto que espalharam radiação de Fukushima, a meio mundo de distância, no Japão, o governo desconectou os oito reatores mais antigos entre os 17 da Alemanha, num intervalo de dias. Passados três meses, com um novo plano para fornecer energia ao país sem contar com a energia nuclear, e uma confiança crescente em fontes de energia renováveis, o Parlamento votou pelo fechamento permanente das usinas. [...] Disponível em: <http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/alemanha-apaga-usinas-nucleares-mas-espera-manter-luzes-acesas>. Acesso em: 22 set. 2013. (Fragmento)
A) Cite duas vantagens e duas desvantagens da utilização dessa fonte de energia.
B) Além de produzir energia suficiente para repor a perda gerada pelo fechamento das termonucleares, o governo alemão, assim como outro qualquer, deverá gerar mais energia com o passar dos anos. Explique porque a demanda por energia é sempre crescente.
- Ciências - Fundamental | Não Possui Tópico Definido
Uma empresa de transportes precisa efetuar a entrega de uma encomenda o mais breve possível. Para tanto, a equipe de logística analisa o trajeto desde a empresa até o local da entrega. Ela verifica que o trajeto apresenta dois trechos de distâncias diferentes e velocidades máximas permitidas diferentes. No primeiro trecho, a velocidade máxima permitida é de 80 km/h e a distância a ser percorrida é de 80 km. No segundo trecho, cujo comprimento vale 60 km, a velocidade máxima permitida é 120 km/h.
Supondo que as condições de trânsito sejam favoráveis para que o veículo da empresa ande continuamente na velocidade máxima permitida, qual será o tempo necessário, em horas, para a realização da entrega?
- Língua Portuguesa
Curupira
Na teogonia* tupi, o anhangá, gênio andante, espírito andejo ou vagabundo, destinava-se a proteger a caça do campo. Era imaginado, segundo a tradição colhida pelo Dr. Couto de Magalhães, sob a figura de um veado branco, com olhos de fogo.
Todo aquele que perseguisse um animal que estivesse amamentando corria o risco de ver Anhangá e a visão determinava logo a febre e, às vezes, a loucura. O caapora é o mesmo tipo mítico encontrado nas regiões central e meridional e aí representado por um homem enorme coberto de pelos negros por todo o rosto e por todo o corpo, ao qual se confiou a proteção da caça do mato. Tristonho e taciturno, anda sempre montado em um porco de grandes dimensões, dando de quando em vez um grito para impelir a vara. Quem o encontra adquire logo a certeza de ficar infeliz e de ser mal sucedido em tudo que intentar. Dele se originaram as expressões portuguesas caipora e caiporismo, como sinônimo de má sorte, infelicidade, desdita nos negócios. Bilac assim o descreve: “Companheiro do curupira, ou sua duplicata, é o Caapora, ora gigante, ora anão, montado num caititu, e cavalgando à frente de varas de porcos do mato, fumando cachimbo ou cigarro, pedindo fogo aos viajores; à frente dele voam os vaga-lumes, seus batedores, alumiando o caminho”.
Ambos representam um só mito com diferente configuração e a mesma identidade com o curupira e o jurupari, numes que guardam a floresta. Todos convergem mais ou menos para o mesmo fim, sendo que o curupira é representado na região setentrional por um “pequeno tapuio” com os pés voltados para trás e sem os orifícios necessários para as secreções indispensáveis à vida, pelo que a gente do Pará diz que ele é músico. O Curupira ou Currupira, como é chamado no sul, aliás erroneamente, figura em uma infinidade de lendas tanto no norte como no sul do Brasil. No Pará, quando se viaja pelos rios e se ouve alguma pancada longínqua no meio dos bosques, “os romeiros dizem que é o Curupira que está batendo nas sapupemas, a ver se as árvores estão suficientemente fortes para sofrerem a ação de alguma tempestade que está próxima. A função do Curupira é proteger as florestas. Todo aquele que derriba, ou por qualquer modo estraga inutilmente as árvores, é punido por ele com a pena de errar tempos imensos pelos bosques, sem poder atinar com o caminho de casa, ou meio algum de chegar até os seus”. Como se vê, qualquer desses tipos é a manifestação de um só mito em regiões e circunstâncias diferentes.
(O Brasil no folclore, 1970.)
(*) Teogonia, s.f.: 1. Filos. Doutrina mística relativa ao nascimento dos deuses, e que frequentemente se relaciona com a formação do mundo. 2.Conjunto de divindades cujo culto forma o sistema religioso dum povo politeísta. (Dicionário Aurélio Eletrônico – Século XXI). [...] à frente dele voam os vaga-lumes, seus batedores, alumiando o caminho.
Eliminando-se o aposto, a frase em destaque apresentará, de acordo com a norma-padrão, a seguinte forma:
- Física
Quando se retira uma garrafa de vidro com água de uma geladeira, depois de ela ter ficado lá por algum tempo, veem-se gotas d’água se formando na superfície externa da garrafa.Isso acontece graças, principalmente, à: