Analise as imagens a seguir
Os aminoácidos
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- Matemática - Fundamental | 3.4 Valor Posicional
O corpo humano não aguenta grandes variações em sua temperatura interna. Aos 42 ºC, apenas 5 acima do normal, as proteínas começam a cozinhar e todo o organismo entra em pane. Já o frio faz o metabolismo diminuir, mas não é tão fatal quanto o calor. O termômetro precisa descer até 20 ºC para acontecer uma parada cardíaca irreversível. Mas bem antes desses limites extremos, o corpo já começa a reagir. "Com 40 ºC começa a chamada hipertermia (excesso de calor) e com 35 ºC a hipotermia (falta de calor)", diz o fisioterapeuta Sérgio Cravo, da Universidade Federal do Estado de São Paulo (Unifesp). Para evitar variações abruptas, o corpo dispõe de uma série de mecanismos para manter a temperatura interna constante, independentemente do clima. Para conter o calor, o principal mecanismo é a transpiração. O suor diminui a temperatura porque, para evaporar, ele retira calor da pele, refrescando-a.
Disponível em: <http://mundoestranho.abril.com.br/materia/qual-e-o-nivel-maximo-e-o-minimo-que-a-temperatura-do-corpo-pode-atingir >. Acesso em: 17 out. 2013.
De acordo com as informações do texto verificamos que:
- História
“Em meio às secas do Nordeste, houve um beato, originário do Ceará, que encetou uma peregrinação de quase um quarto de século, no decorrer da qual foi granjeando um séquito cada vez mais numeroso. As primeiras notícias de sua passagem datam de 1874. O beato se dedicava à pregação, à penitência e às boas obras, comandando mutirões de construção e reconstrução de igrejas, cemitérios, calçadas e açudes.Mas, à medida que o séquito de Antônio Conselheiro se avolumava, as autoridades começaram a manifestar seu desagrado e decidiram acossar o bando.Prevendo a escalada da perseguição, os peregrinos bateram em retirada até o arraial de Canudos, no fundo do sertão e no alto de serranias, onde se entrincheiraram em 1893 e se fortificaram. Quatro expedições seriam necessárias para erradicar o perigo, destruir o arraial e exterminar seus habitantes.
”GALVÃO, Walnice Nogueira. Uma tragédia brasileira. In. FIGUEIREDO, Luciano (org.). Guerras e batalhas brasileiras. RJ: Sabins, 2009. p. 54
Com base no texto acima e em seus conhecimentos sobre a Guerra de Canudos (1896-1897), analise as sentenças a seguir:
I. O arraial de Belo Monte, ou Canudos como foi denominado, foi fundado no sertão da Bahia (região do rio Vaza-Barris) pelo beato Antônio Conselheiro seguindo preceitos profundamente católicos.
II. Os moradores de Canudos eram oriundos de várias partes do Nordeste e em sua maioria muito pobre, fugindo da seca ou das condições precárias de vida.
III. Antônio Conselheiro foi considerado monarquista, pois lutou pelo fim da República e pregava ideias comunistas e de igualdade entre seus seguidores.
IV. Foram necessárias quatro expedições e a mobilização do Exército para massacrar
Canudos, e garantir a existência da República brasileira.
A alternativa que indica a(s) sentenças(s) verdadeira(s) é:
- Língua Portuguesa - Fundamental | Não Possui Tópico Definido
Voltei para a cama e fechei os olhos. Mas fiquei meio preocupado, lembro como se fosse hoje. Demorei muito a pegar no sono outra vez, só consegui quando os galos já tinham cantado um monte de vezes e o dia estava começando a clarear.
Com isso fui o último a levantar. Depois do café, fui encontrar o pessoal todo já no pomar, subindo na goiabeira. Examinei as meninas todas com atenção, para ver se descobria quem estava com cara de ter chorado de noite com um jeito tão sentido. Ninguém. Pelo visto, a chorona disfarçava bem.
Mas no fim do dia, tive uma surpresa. Estávamos todos conversando, espalhados pela varanda, uns sentados num banco comprido, outros pelo chão, alguns numas redes, e de repente alguém propôs:
- Vamos dar um susto na Elisa?
Olhei e vi minha amiga ressonando, deitada na rede... Todos se organizaram em volta para acordá-la de repente, com uma sacudidela forte. Foi uma gargalhada só.
[...]
- Estranhou a cama? – perguntou alguém.
- Não... – respondeu ela, meio vaga. – Mas estranhei o ambiente. Uns barulhos diferentes...
- Eu também acordei de noite, Elisa. E também custei muito a pegar no sono de novo.
Pensei em perguntar logo porque ela tinha chorado. Não queria ser indiscreto.
- Então você também viu e ouviu?
- Viu o quê? – perguntei.
- Uma luz deslizando pelo chão... – respondeu ela tão baixinho que mal dava para ouvir.
- Era eu, Elisa, com a lanterna, andando pelo corredor...
- Por que não me chamou?
- Eu não podia imaginar que você estivesse acordada...
- Não dava para dormir com você gemendo e chorando daquele jeito. O que aconteceu? Estava passando mal?
- Mas eu não estava chorando! Também acordei com os gemidos. Até chamei o Léo, mas aí o choro parou e eu não ouvi mais nada.
Mas não conseguimos desvendar o mistério. Pelo menos, não nesse dia. Em pouco tempo, não pensávamos mais nos gemidos da madrugada.
Até que eles voltaram, em outra madrugada. E não voltaram sozinhos.
Fonte: MACHADO, Ana Maria – Do outro mundo. São Paulo: Ática, 2004. p.31-32. (Texto adaptado).
Explique por que as palavras Léo e Elisa, no texto, estão grafadas com iniciais maiúsculas.
- Língua Portuguesa - Fundamental | Não Possui Tópico Definido
Para responder à questão, leia a entrevista a seguir, com o escritor Ziraldo, publicada na Folhinha, suplemento do jornal Folha de S.Paulo, por ocasião do lançamento do musical:
Menino Maluquinho
Antes de escrever O Menino Maluquinho (1980), Ziraldo trabalhava como jornalista e dava palestras sobre política pelo país. Em uma delas, falou para pais e professores sobre a educação dos filhos. "Disse que devíamos preparar os filhos para o dia de hoje, pois o futuro será feito de muitos hojes." Quando chegou em casa, já tinha a ideia do livro na cabeça. Nasceu Maluquinho, que vive um dia por vez, intensamente. Folhinha — Você foi o Menino Maluquinho? Ziraldo — Fui um menino feliz. Meus pais eram muito simples, mas me passaram a sensação de que estavam cuidando, todos os dias, para que seus filhos fossem dormir felizes. Eu, por exemplo, podia desenhar em tudo quanto é parede, papel, livro ou móvel que achasse pela frente. Minha mãe brincava conosco como se fosse uma criança. Folhinha — As crianças de hoje mudaram em relação às daquela época? Ziraldo — Desde o Menino Jesus, as crianças são as mesmas. Sofrem e se sentem felizes pelas mesmíssimas razões. O que mudou foi seu entorno. Quem soltava papagaio hoje quer voar de asa delta; quem montava um rádio domina a internet; quem rodava pião joga no computador. Folhinha — _______________________________? Ziraldo — O que ele tem de diferente é o seu alto nível profissional. O Maluquinho já virou tudo: HQ, tira de jornal, peça de teatro, balé, cinema, série de TV e até ópera. Só faltava fazer o musical, né? Disponível em: <www1.folha.uol.com.br/folhinha/2014/04/1441786-a-crianca-nunca-muda-diz-ziraldo-leiaentrevista.shtml>. Adaptado. Vocabulário:
papagaio – pipa
A última pergunta feita a Ziraldo foi propositalmente omitida. A partir da resposta dada pelo escritor, entende-se que a questão feita pelo jornalista foi:
- Química | 3.3 Funções Orgânicas
(UNIFACS)
[...] em 1964 foi finalmente isolado o princípio ativo da maconha, o delta-9-tetra-hidrocanabinol (delta-9 THC).
A descoberta de que o cérebro humano possui, em seus neurônios, sítios específicos, chamados receptores, próprios para interagir com o delta-9THC ajudou a colocar a maconha, Cannabis, em outra dimensão, como algo sério e não diabólico. Esses receptores estão localizados em várias partes do cérebro e têm como função receber o princípio ativo da planta, permitindo que tenha efeitos sobre o sistema nervoso.
(CARLINI, 2004, p.59-60).
A partir da análise do texto, é correto afirmar: