Texto base: O esquema mostra o intervalo em que deve estar o ângulo de inclinação de cada tipo de escada. Disponível em: http://www.ceap.br/artigos/ART24112010100448.pdf. Acesso em: 20 mar. 2015
Enunciado:
Considerando que a inclinação ideal é aquela mais próxima ao ponto médio do intervalo, a inclinação ideal para as escadas comuns é de
Questões relacionadas
- Língua Espanhola | 1. Interpretação de Textos
Contra la pena de muerte Aquellos
[1] Aquellos que juzgan y que condenan afirman que la
pena de muerte es necesaria. En primer lugar por qué tratar
de excluir de la comunidad social a un miembro que la
[4] perjudica y que todavía podría perjudicarla. Si se tratase
solamente de eso la prisión perpetua bastaría. ¿Para qué se
necesita la muerte? ¿Se puede cuestionar que alguien huya de
[7] la prisión? Entonces es necesario vigilar mejor. Ningún
verdugo o guardia es suficiente.
Se afirma que la sociedad debe vengarse,
[10] castigar. Ni lo uno ni lo otro. Vengarse es propio del
individuo, castigar lo es de Dios. La sociedad está entre los
dos: el castigo está por encima de ella, la venganza por
[13] debajo. No le corresponden cosas tan pequeñas ni tan
grandes. No debe “castigar para vengarse”, debe “corregir
para mejorar”.
[16] Queda la tercera y última razón: la teoría del
ejemplo. “Hay que dar ejemplo”, “hay que meter miedo
mostrando el espectáculo de la suerte que les espera a los
[19] criminales a los que pudieran sentir la tentación de
imitarlos". Pues bien, en primer lugar negamos que se dé
ejemplo, negamos que el espectáculo de las ejecuciones
[22] produzca el efecto que se espera de él. Lejos de ser
edificante para el pueblo, le hace perder el sentido moral y
destruye su sensibilidad, y por consiguiente toda su virtud.
Traducido del prefacio de Víctor Hugo del libro Le dernier jour d'un condamné, Paris, Eugène Renduel, 1832, pp XXII e XXIII.
Juzgue lo ítem siguiente a partir del texto de arriba.
El autor contesta a las tres principales razones defendidas por los partidiarios de la pena de muerte.
- Língua Portuguesa - Fundamental | 9.09 Entrevista
Por conta do dia das crianças, resolvemos fazer uma pequena entrevista com crianças de 10 a 11 anos para termos uma pequena ideia do que se passa nestes coraçõezinhos meio criança, meio adolescente. Pergunta 1: Você gosta de ser criança? Por quê? Joana: Sim. Porque às vezes ganho coisas. Laura: Sim. Porque você pode ter liberdade, não precisa trabalhar... Ana: Sim. Pois a vida das crianças é mais divertida. Luana: Sim, porque posso fazer o que quero. Lorena: Sim, porque as crianças têm diversão e festas, onde podem brincar bastante. Pâmela: Sim, porque é o tempo de novas descobertas e aventuras... Pergunta 2: O que é melhor, ser criança ou adulto? Por quê? Joana: Criança, porque não quero ficar velha e cheia de rugas. Laura: Criança, porque você pode ter mais oportunidades e a infância só tem uma vez. Ana: Criança, porque eu posso brincar mais. Luana: Criança, pois adulto trabalha o dia inteiro. Lorena: Criança, porque a vida de adulto é mais trabalhosa e a de criança é mais divertida. Pâmela: Criança, porque você vive mais aventuras. Pergunta 3: Na sua vida de criança, o que você acha que poderia melhorar? Joana: Ter um namorado. Laura: A violência e a poluição. Ana: A hora de dormir podia ser mais tarde. Luana: Dormir mais tarde. Lorena: Poderia melhorar o direito de já fazer coisas de adolescentes. Pâmela: A obediência aos meus pais. Disponível em:http://www.negociosdefamilia.com.br/2010/10/entrevistas-com-criancas-de-10-11-anos.html.Acesso em: 02 jul. 2015.
- Identifique as crianças que foram entrevistadas.
- Analise as respostas dadas à pergunta número 1 e identifique o que há de semelhante e diferente entre elas.
- Analise as respostas dadas à pergunta número 2. Você também concorda que é melhor ser criança? Justifique sua resposta.
- Escreva uma resposta para a pergunta número 3, como se você fosse um dos entrevistados.
- E você? Gosta de ser criança? Explique.
- Geografia - Fundamental | 02.1. Água: usar bem para ter para sempre
Observe a figura a seguir que representa o ciclo da água.
Disponível em: <http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Agua/Agua5.php> Acesso em: 01/10/2012.
O ciclo da água nos mostra que ela é
- História | 1.6 Crise do Sistema Colonial e Ciclo da Mineração
Esteve relacionado com as causas da Revolta de Beckman a(o)(s)
- História - Fundamental | 05.3. Registros da história: a nossa cultura
O país Palmares começou a surgir em 1597 e durou até 1694. Seu território brasileiro se estendia por 150 quilômetros de comprimento e 50 de largura, nos estados de Alagoas e Pernambuco, entre os rios Ipojuca e Paraíba. Era uma região de serras de até 500 metros de latitude, cobertas por florestas e de acesso muito difícil – principal razão da sua sobrevivência. Sua população variou muito em 100 anos. Os holandeses, que dominaram Pernambuco de 1630 a 1654, reconheciam em Palmares duas povoações, com 6000 habitantes, no total. Mas depois de 1670, os relatos dos portugueses falam em mais de 20.000 habitantes. No auge, Palmares teve nove cidades, ou mocambos. Os historiadores divergem sobre esse número e sobre a localização das aldeias. A única conhecida, com certeza, é a capital, Macaco, na Serra da Barriga.
Em moldes africanos, a confederação constituía um Estado. Cada mocambo tinha seu chefe. Juntos, eles elegiam o rei do Quilombo. Em caso de ataques dos portugueses ou de expedições guerreiras para libertar escravos de engenho e fazendas, as forças dos mocambos se uniam.
Palmares não abrigava apenas escravos fugidos. Era uma sociedade multirracial e miscigenada de negros, índios e até brancos pobres Os ritos africanos conviviam com o catolicismo. Além de fabricar armas e ferramentas com a metalurgia trazida da África, os palmarinos plantavam milho, fumo, batata e mandioca. E faziam comércio com os vizinhos. A produção era trocada por munições, armas, sal, tecidos e ferramentas. Foram cem anos de convivência – em paz e em guerra.
ARNT, Ricardo. A cara de Zumbi. Revista Superinteressante, ano 9, n. 11, nov. 1995. p. 32.
Explique a frase do texto: “Era uma sociedade multirracial e miscigenada de negros, índios e até brancos pobres”.