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Onça e libra são unidades de massa do sistema inglês. Sabe-se que 16 onças equivalem a 1 libra e que 0,4 onças é igual a x libras. O valor de x é igual a:
- Química | 1.6 Reações Inorgânicas
(COL. NAVAL) Suponha que um dado medicamento para o tratamento da azia, vendido sem prescrição médica em forma de sachês, seja composto de carbonato de cálcio, carbonato de magnésio, bicarbonato de sódio, hidróxido de alumínio e um ácido extraído de algas. Este último componente serve para proteger as paredes do estômago enquanto os outros componentes neutralizam o excesso de acidez estomacal. Qual das opções apresenta a equação de uma reação que NÃO acontece pela ação estomacal desse medicamento?
- Biologia | 11.2 Sistema Respiratório
(PUCRJ) Sobre a respiração nos mamíferos, considere as afirmativas a seguir.
I. Mamíferos utilizam respiração por pressão negativa, que consiste em expandir a cavidade torácica diminuindo assim a pressão nos pulmões permitindo a entrada do ar.
II. Durante a inspiração, os músculos intercostais e o diafragma se contraem.
III. Durante a inspiração, os músculos intercostais e o diafragma relaxam.
IV. O relaxamento dos músculos intercostais e do diafragma provoca a redução do volume da caixa torácica.
É correto o que se afirma em:
- Geografia | 6.4 TransportesOs gargalos rodoviários do Brasil e o caótico trânsito das suas metrópoles forçam os governos estaduais e federal a retomar os planos de implantação dos trens regionais. Durante as últimas quatro décadas, a malha ferroviária foi esquecida e sucateada, tanto que hoje, em todo o país, apenas duas linhas de passageiros estão em funcionamento. Transportam 1,5 milhão de pessoas entre Belo Horizonte (MG) e Vitória (ES) e entre São Luís (MA) e Carajás (PA) — as duas operadas pela mineradora Vale. Nos anos 1960, mais de 100 milhões de passageiros utilizavam trens interurbanos no território nacional.O sucateamento do meio de transporte descrito foi provocado pela
- Língua Portuguesa | Habilidade 1
Ser cronista
Sei que não sou, mas tenho meditado ligeiramente no assunto. Crônica é um relato? É uma conversa? É um resumo de um estado de espírito? Não sei, pois antes de começar a escrever para o Jornal do Brasil, eu só tinha escrito romances e contos. E também sem perceber, à medida que escrevia para aqui, ia me tornando pessoal demais, correndo o risco de em breve publicar minha vida passada e presente, o que não pretendo. Outra coisa notei: basta eu saber que estou escrevendo para o jornal, isto é, para algo aberto facilmente por todo o mundo, e não para um livro, que só é aberto por quem realmente quer, para que, sem mesmo sentir, o modo de escrever se transforme. Não é que me desagrade mudar, pelo contrário. Mas queria que fossem mudanças mais profundas e interiores que não viessem a se refletir no escrever. Mas mudar só porque isso é uma coluna ou uma crônica? Ser mais leve só porque o leitor assim o quer? Divertir? Fazer passar uns minutos de leitura? E outra coisa: nos meus livros quero profundamente a comunicação profunda comigo e com o leitor. Aqui no jornal apenas falo com o leitor e agrada-me que ele fique agradado. Vou dizer a verdade: não estou contente.
LISPECTOR, C. In: A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
No texto, ao refletir sobre a atividade de cronista, a autora questiona características do gênero crônica, como