O quarto de Rafaela possui 4 paredes e ela pretende colocar três quadros em cada parede.
Para isso, ela precisa comprar os parafusos para pendurá-los.
Qual o número mínimo de parafusos Rafaela precisa comprar sabendo que a metade dos quadros usam três parafusos em cada e a outra metade usa cinco parafusos em cada?
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- Matemática - Fundamental | 13. Tabelas e Gráficos
A professora Andresa realizou uma pesquisa com os alunos do 1o ano para saber o mês de aniversário de cada um. Foram entrevistados 38 alunos. Ela organizou os dados no gráfico a seguir, considerando apenas o primeiro semestre do ano. Observe.
A) Em quais meses do ano percebe-se que uma maior quantidade de alunos faz aniversário?
B) Quantos alunos fazem aniversário no mês de março?
C) Qual é o total de aniversariantes, somando os meses de abril e maio?
- Língua Portuguesa - Fundamental | 9.01 Texto narrativo
Antes de ler o texto, conheça algumas personagens dessa história.
JUDY LIXÓLOGA
Ainda estava escuro lá fora quando Judy acordou na manhã seguinte, bem cedinho. Pegou sua lanterna e seu caderno. Desceu na ponta dos pés para a cozinha e começou a sua tarefa: salvar o mundo.
Seria ótimo se conseguisse salvar o mundo antes do café da manhã. Judy ficou pensando: “Será que outras pessoas que querem melhorar o mundo também têm que fazer tudo em silêncio, no escuro, para os pais não acordarem?”.
A inspiração de Judy era o Dom Lixobom, o duende do lixo, que tinha visto numa revistinha do Chiclete. A casinha dele era feita de embalagens de batatinha frita e garrafas de refrigerante. Ele reciclava tudo, até pauzinhos de sorvete. E nunca usava nada que viesse de uma floresta. Hmmm... Coisas que vinham da floresta! Esse era um bom ponto de partida. A borracha vem da floresta. O cacau, que se transforma em chocolate... os temperos, os perfumes, muita coisa vem das plantas. Até o chiclete.
Judy recolheu uma porção de objetos da casa e colocou tudo em cima da mesa da cozinha. Barra de chocolate, cacau em pó para fazer bolo, sorvete de baunilha. O café em grãos, de que seu pai tanto gostava, o desentupidor de pia, que era de borracha. O chiclete do Chiclete. Um batom, tirado do fundo da bolsa da mãe. Judy estava tão ocupada salvando as árvores que nem ouviu quando sua família entrou na cozinha.
-Mas o que você está fazendo?? – perguntou a mãe.
-Judy, por que você está no escuro? – quis saber o pai, acendendo a luz.
-Ei, meu chiclete de bola! – reclamou Chiclete.
Judy abriu os dois braços para não deixar ninguém passar:
-Não vamos usar mais nada disso aqui em casa! Tudo isso vem das árvores da floresta!
-Quem disse? – protestou Chiclete.
-O Dom Lixobom. E o professor Nelson. Eles cortam as árvores para plantar café! E para produzir essas coisaradas – maquiagem, chiclete de bola... O professor Nelson disse que a Terra é o nosso lar, a nossa casa. Precisamos tomar uma atitude para salvar o mundo. Nós não precisamos de nada disso!
-Eu preciso de chiclete! – berrou Chiclete. – Devolve o meu chiclete!
-Chiclete, para de gritar! Você nunca ouviu falar de poluição sonora?
-Meu café também está aí? – perguntou o pai, coçando a cabeça.
-Judy, isso é sorvete? Está pingando na mesa inteira! – e a mãe levou o pote para a pia, pingando sorvete no chão.
-Zzzzzz-Zzzzz! – Judy imitava o som de uma motoserra cortando uma árvore.
-Ela ficou maluca! – constatou Chiclete.
O pai colocou o cacau em pó de volta no armário. A mãe pegou o desentupidor e levou para o banheiro.
Era o momento do plano B: Projeto RECICLAGEM. Ela, Judy Moody, iria mostrar o quanto sua família estava prejudicando o planeta. Agora cada vez que alguém jogasse alguma coisa fora, ela iria anotar o que era. Pegou seu caderno, espiou dentro da lata de lixo e escreveu:
1 lata de suco, 1 vidro de geléia, 1 saco plástico, 4 cascas de ovos, pó de café molhado e nojento, 3 embalagens de bolinho, 2 caixinhas de suco (com canudinhos!), ½ tigela de mingau
-Chiclete! Você não devia jogar o mingau fora! – disse Judy.
-Papai! Manda ela parar de me espionar!
-Agora eu sou detetive do lixo! – entitulou-se Judy. – Sim, senhor, sou uma lixóloga. O professor disse que se a gente quiser saber o que devemos reciclar, precisamos estudar o nosso lixo.
-Ótimo, olha aqui – disse Chiclete, enfiando uma coisa molhada bem debaixo do nariz de Judy. – estude esse restinho da minha maçã.
-Hahaha, que engraçado. Será que ninguém nesta família ouviu falar dos três Rs?
-Três Rs? – perguntou o pai. – O que é isso?
-Reutilizar, reciclar.
-E qual é o terceiro? – desafiou Chiclete.
-Recusar-se a conversar com o irmão até ele parar de jogar coisas fora.
-Mãe! Eu não vou parar de jogar coisas fora só porque a Judy está com um ataque de lixomania.
-Mas olhem todas essas coisas que a gente joga fora! – disse Judy. – Vocês sabiam que cada pessoa joga fora mais de quatro quilos de lixo por dia?
-Nós reciclamos todas as nossas latas e garrafas – defendeu-se a mãe.
-E os jornais – completou o pai.
-Mas, e isso aqui? – perguntou Judy, tirando um saco plástico. – Esse saco serve de bolsa! Ou para levar um livro da biblioteca!
-Mas o que tem de tão bacana nessas cascas de ovo? – questionou Chiclete. – E esses restos de pó de café?
-Tudo isso é alimento para as plantas, serve para fazer composto orgânico – justificou Judy.
(...)
-Judy, você nem está pronta para a escola ainda – lembrou o pai. – Depois nós conversamos sobre isso. Agora é hora de se vestir.
Não adiantava. Ninguém dava importância ao que ela dizia. Judy subiu a escada arrastando os pés, sentindo-se como um bicho-preguiça sem nenhuma árvore para se agarrar.
-Eu não vou usar batom hoje, se isso faz você se sentir melhor – disse a mãe lá de cima.
-E eu só vou tomar meia xícara de café – disse o pai.
Mas Judy mal conseguia ouvi-lo, pois ele estava moendo no moedor elétrico uma porção de grãos plantados num lugar onde um dia tinha sido uma floresta. Sua família com certeza sabia como estragar suas atividades de lixóloga. Judy vestiu uma calça jeans e sua camiseta de coruja. Para economizar água, não escovou os dentes. Desceu a escada batendo os pés com força em cada degrau, num astral tipo “odeio minha família”.
-Aqui está seu lanche – disse a mãe.
-Mas, mamãe! Está num saco de papel!
-E o que tem isso? – perguntou Chiclete.
-Vocês não compreendem? – disse Judy. – Eles cortam árvores para fazer sacos de papel. As árvores dão sombra. Elas ajudam a controlar o aquecimento global. Nós todos morreríamos sem árvores. Elas produzem o oxigênio e ajudam a eliminar a poeira do ar.
-Poeira? – exclamou a mãe. – Então vamos falar primeiro em limpar o seu quarto, já que você é contra poeira.
-Ora, mãe!
Como ela podia fazer coisas importantes, como salvar as árvores, se não conseguia nem convencer sua família? Essa foi a gota d’água. Judy foi direto para a garagem e pegou sua velha lancheira do jardim de infância, a da Bela Adormecida.
-Você vai levar essa lancheira de bebezinho no ônibus? Na frente de todo mundo? – perguntou Chiclete.
-Hoje vou para a escola de bicicleta – disse Judy. – Para economizar combustível.
-Então nos vemos na escola. – Chiclete deu tchau abanando o lanche que ia levar num saco de papel.
Ah, se ela pudesse reciclar aquele irmão!
-Faça como quiser. Seja um inimigo das árvores! – irritou-se Judy. – Mas você vai cavar sua própria sepultura!
Como é complicado transformar o planeta num lugar melhor de se viver!
(Fonte: MCDONALD, Megan. Judy Moody salva o mundo! São Paulo, Salamandra, 2005)
Para salvar o mundo, Judy inspirou-se em Dom Lixobom.
a) Complete o quadro com informações sobre a inspiração de Judy.
b) Explique por que ele se chamava Lixobom.
- Geografia | 3.1 Movimentos da Terra
Somos um planeta vivo, Sofia! Somos um grande barco navegando ao redor de um sol incandescente no universo. Mas cada um de nós é um barco em si mesmo, um barco carregado de genes navegando pela vida. Se conseguirmos levar esta carga ao porto mais próximo, nossa vida não terá sido em vão.
GAARDER, Jostein. O Mundo de Sofia: Romance da história da filosofia. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
Os movimentos terrestres descritos no texto acima são
- Língua Portuguesa - Fundamental | Não Possui Tópico Definido
Nas canções populares, as marcas de oralidade constituem um expressivo elemento de linguagem. Adoniran Barbosa, compositor e intérprete da canção Samba do Arnesto, aproxima os dois polos – o escrito e o falado – se apropriando de um vocabulário usado, não só na comunicação do cotidiano, empregando o coloquial, espontâneo, sem qualquer restrição gramatical. Muitas vezes, o compositor julga necessário reproduzir a fala popular, grafando os vocábulos exatamente como falados / ouvidos, com supressão de fonemas e marcas de tonicidade para melhor realçá-los.
Seguindo a linguagem formal, a oração “Nós voltermos com uma baita de uma reiva” é escrita adequadamente, no Brasil, como
- História - Fundamental | 02.1. O brasil indígena
Leia o trecho do poema
Pindorama. …Pindorama, Pindorama
Mas os índios já estavam aqui
Pindorama, Pindorama
Já falavam tudo em tupi
Só depois veem vocês
Que falavam tudo em português
Só depois, com vocês,
Nossa vida mudou de uma vez… Encarte do CD Palavra cantada — Canções curiosas. São Paulo: MCD, 2004.
Ao escrever “[…] já estavam aqui, […] já falavam tudo em tupi”, o compositor está se referindo