A semelhança entre o tamanho, o formato do corpo e o modo de alimentação dessas duas espécies de animais deve-se a um processo evolutivo conhecido como
Questões relacionadas
- Geografia | 8. Regionalização
(UEMA) Leia o mapa apresentado sobre as frentes de ocupação e de expansão da região Sul do Estado do Maranhão.
O território que, na atualidade, constitui o Estado do Maranhão apresenta meios e modos de ocupação distintos ao longo do seu processo histórico, resultando em diferentes características socioeconômicas e identidades regionais.
É possível identificar que as transformações ocorridas nas bases socioeconômicas dessa área do Maranhão, nos séculos XIX e XX, ocorreram, respectivamente, pela
- Física | 3.6 Termodinâmica
(UEL) A vida em grandes metrópoles apresenta atributos que consideramos sinônimos de progresso, como facilidades de acesso aos bens de consumo, oportunidades de trabalho, lazer, serviços, educação, saúde etc. Por outro lado, em algumas delas, devido à grandiosidade dessas cidades e aos milhões de cidadãos que ali moram, existem muito mais problemas do que benefícios. Seus habitantes sabem como são complicados o trânsito, a segurança pública, a poluição, os problemas ambientais, a habitação etc. Sem dúvida, são desafios que exigem muito esforço não só dos governantes, mas também de todas as pessoas que vivem nesses lugares. Essas cidades convivem ao mesmo tempo com a ordem e o caos, com a pobreza e a riqueza, com a beleza e a feiura. A tendência das coisas de se desordenarem espontaneamente é uma característica fundamental da natureza.
Para que ocorra a organização, é necessária alguma ação que restabeleça a ordem. É o que acontece nas grandes cidades: despoluir um rio, melhorar a condição de vida dos seus habitantes e diminuir a violência, por exemplo, são tarefas que exigem muito trabalho e não acontecem espontaneamente. Se não houver qualquer ação nesse sentido, a tendência é que prevaleça a desorganização. Em nosso cotidiano, percebemos que é mais fácil deixarmos as coisas desorganizadas do que em ordem. A ordem tem seu preço. Portanto, percebemos que há um embate constante na manutenção da vida e do universo contra a desordem. A luta contra a desorganização é travada a cada momento por nós. Por exemplo, desde o momento da nossa concepção, a partir da fecundação do óvulo pelo espermatozoide, nosso organismo vai se desenvolvendo e ficando mais complexo. Partimos de uma única célula e chegamos à fase adulta com trilhões delas, especializadas para determinadas funções.
Entretanto, com o passar dos anos, envelhecemos e nosso corpo não consegue mais funcionar adequadamente, ocorre uma falha fatal e morremos. O que se observa na natureza é que a manutenção da ordem é fruto da ação das forças fundamentais, que, ao interagirem com a matéria, permitem que esta se organize. Desde a formação do nosso planeta, há cerca de 5 bilhões de anos, a vida somente conseguiu se desenvolver às custas de transformar a energia recebida pelo Sol em uma forma útil, ou seja, capaz de manter a organização. Para tal, pagamos um preço alto: grande parte dessa energia é perdida, principalmente na forma de calor. Dessa forma, para que existamos, pagamos o preço de aumentar a desorganização do nosso planeta. Quando o Sol não puder mais fornecer essa energia, dentro de mais 5 bilhões de anos, não existirá mais vida na Terra. Com certeza a espécie humana já terá sido extinta muito antes disso.
(Adaptado de: OLIVEIRA, A. O Caos e a Ordem. Ciência Hoje. Disponível em: . Acesso em: 10 abr. 2015.)
Considerando a afirmação presente no texto “a tendência das coisas de se desordenarem espontaneamente é uma característica fundamental da natureza”, e com base nos conhecimentos sobre as leis da termodinâmica, assinale a alternativa correta.
- Ciências - Fundamental | Não Possui Tópico Definido
44. Analise a imagem que retrata o ciclo de uma doença.
Disponível em: http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/arquivos/File/tvmultimidia/imagens/2010/ciencias/ascaridiase1.jpg Acesso em: 10 mar. 2012.
De acordo com a imagem, o local de parasitismo e o verme causador da doença são respectivamente
- História - Fundamental | 05.3. Registros da história: a nossa cultura
Qual o motivo pelo qual a região conhecida como Crescente Fértil é chamada de "berço da civilização"?
- Língua Portuguesa - Fundamental | Não Possui Tópico Definido
Os Bichos-Papões
Os Bichos-Papões nascem justamente daí: da noite que esconde e desorganiza tudo, do pesadelo, da sensação de perder o controle sobre as coisas e, claro, principalmente, do medo.
A gente é criança. Está na hora de dormir. Mamãe vem, ajeita a gente na cama, fala um segredinho, dá um beijinho, apaga a luz, encosta a porta do quarto e vai embora assistir à novela das oito.
A gente fica deitado na cama só escutando, olhando, pensando. A gente é pequeno. A gente é inexperiente. Não conhece quase nada. Abre bem o olho tentando enxergar alguma coisa na escuridão do quarto. Só vê sombras, silhuetas e manchas. É quando a gente começa a imaginar mil coisas.
E se um dragão imenso, verde, podre, nojento, cabeludo, soltando fumaça pelo rabo e pelos olhos, estiver escondido bem ali atrás da penteadeira? E se uma velha nariguda, magra, esclerosada, corcunda, furibunda e vagabunda sair de dentro do armário fumando charuto com uma faca na mão? E se um monstro dentuço, esquisito, babão, meio mole, pulguento e medonho, entrar pela janela roncando feito uma jamanta?
A gente sua frio. A gente estremece. A gente berra.
AZEVEDO, R. Armazém do folclore. 1. ed. São Paulo: Editora Ática, 2000. p. 91-92.
De acordo com o texto, o medo de bichos-papões começa quando