(ACAFE) Considere soluções aquosas diluídas e de mesma concentração das seguintes soluções:
1. Mg3(PO4)2
2. K2Cr2O7
3. Na2S2O3 x5 H2O
4. Al(NO3)3
A ordem crescente do ponto de ebulição dessas soluções é:
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Arqueologia é a disciplina que estuda a cultura material de sociedades que têm escrita ou não. É um ramo da ciência que possibilita ao pesquisador estudar, conhecer e reconstituir o modo de vida das sociedades coloniais e pré-coloniais.
A palavra ARQUEOLOGIA tem origem grega, em que Archaios significa passado / antigo e, Logos significa ciência / estudo. Somando-se estas duas palavras, podemos definir a Arqueologia como a ciência que estuda o passado.
A partir desta ciência, o arqueólogo (pesquisador que estuda a arqueologia) identifica objetos que pertenceram aos povos do passado, como: fragmentos de cerâmica, ferramentas em pedra, instrumentos de caça e pesca, restos de alimentos, ossos, restos de habitações, dentre outros achados.
Com base na análise minuciosa desses vestígios materiais, é possível obter informações sobre as culturas antigas, reconstituindo aspectos socioculturais e ambientais da vida dessas populações.
Estas informações permitirão ao arqueólogo resgatar dados referentes às primeiras formas de organização social e do espaço, da economia, das manifestações culturais e dos aspectos políticos de grupos que ocuparam uma determinada área no passado longínquo (pré-colonial) ou não muito distante (colonial).
Diante das definições acima, pode-se diferenciar duas ciências que estão ligadas, mas que são completamente distintas. São elas a Arqueologia e a Paleontologia.
Durante muito tempo a imagem do arqueólogo ficou associada ao pesquisador que estuda os dinossauros. Mas esta função não diz respeito ao arqueólogo, e sim ao paleontólogo (profissional que se dedica ao estudo dos animais e vegetais fósseis).
Enquanto o arqueólogo busca entender como viveram as sociedades em períodos passados, o paleontólogo se preocupa em reconstituir a vida dos animais extintos há milhares de anos.
O registro arqueológico é formado pelo resultado da ação do homem em criar ou destruir materiais que chamamos de artefatos. Estes restos de objetos deixados no solo pelo homem permitirão contar a história destes povos que tinham, ou não, o domínio da escrita.
Por este motivo, separamos a Pré-história da História (ou período pré-colonial do colonial, conforme a nova terminologia utilizada por alguns arqueólogos para definir, respectivamente, o período anterior e posterior ao contato com o europeu). A pré-história seria o período anterior a escrita. Mas, levando-se em consideração que a escrita obteve desenvolvimento diferenciado entre as diversas partes do mundo, o limite entre a Pré-história e a História é variado.
No Egito e na Mesopotâmia, tem-se registro de que a escrita surgiu por volta de 4.000 a.C., limitando-se neste período a pré-história e a história com o advento da civilização. No entanto, só a partir do século XV, com a colonização européia, marca-se a transição desse período na África Central, na Austrália e na América.
Aqui no Brasil, por exemplo, chamamos de pré-história o período anterior ao descobrimento do Brasil pelos portugueses, ou seja, antes do ano 1500.
Durante a pré-história, o Brasil foi ocupado apenas por grupos que não tinham o domínio da escrita, mas que tinham o hábito de caçar, pescar e coletar alimentos, produzir cerâmicas e desenvolver a pratica da agricultura.
No litoral, antes do descobrimento oficial do Brasil, o país foi habitado por um povo ainda mais antigo do que os índios, denominados sambaquieiros.
Chamamos de sambaquieiros, grupos de pescadores-caçadores-coletores que ocuparam a costa brasileira por volta dos 6000 anos AP (antes do presente), que tinham o hábito de amontoar conchas nos locais de sua moradia que denominamos de sambaqui (palavra de origem Tupi).
Essa atividade repetitiva, durante muito tempo, resultou em grandes montes de conchas com dimensões que variam entre 2,0m e 30m de altura. Nestes montes artificiais de conchas, encontram-se presentes: sepultamentos, restos faunísticos, artefatos líticos, ossos, material malacológico (moluscos), zoolitos (esculturas animais em pedra) dentre outros elementos.
Os elementos deixados no solo (cerâmicas, artefatos líticos, adornos ou qualquer outro objeto), tanto por grupos indígenas que ocuparam o interior do Brasil quanto pelos grupos sambaquieiros, foram-se acumulando com o passar do tempo, formando pistas (como um quebra-cabeça) que permitem ao arqueólogo remontar a vida destes povos pré-históricos.
Já o período histórico (em que havia a presença do homem branco a partir da colonização), é caracterizado pela existência de documentos que auxiliam o seu estudo. Neste período, elementos como mapas, textos, fotografia, monumentos e construções ajudam a entender a vida das sociedades históricas mais antigas, enquanto o período pré-histórico é estudado apenas por vestígios registrados no solo e que foram utilizados pelos homens pré-históricos para as suas atividades.
O arqueólogo que estuda a pré-história terá que se dedicar à procura de todos os elementos que lhe permitam entender a vida social dos homens, ainda que se levando em consideração que as atividades dos homens não se fazem necessariamente à superfície do solo e à arte rupestre (pinturas e gravuras realizadas nas pedras) marcadas em grandes paredões de rocha.
Nesse artigo, numa perspectiva de adquirir subsídios que permitam ampliar a discussão a respeito da vida cotidiana dos grupos pré-coloniais, optamos por uma abordagem essencialmente pré-histórica.
Os temas vinculados ao período histórico, apesar de não se apresentarem independentes, têm certa autonomia, em função da disponibilidade de registros (textos fotografias, mapas, documentos), podendo ser estudados separadamente.
É evidente que não se pretende apresentar um texto completo sobre a pré-história brasileira, mas discutir itens que consideramos importantes na busca da identidade humana, formulando argumentos e apontando informações sobre ângulos pouco explorados ou apresentados sob forma não convencional ao público leigo.
Para estudar as descobertas arqueológicas, o arqueólogo utilizou métodos específicos da arqueologia e de outras ciências para interpretar os vestígios encontrados. Mais adiante discutiremos a aplicação destes métodos.
Série Desvendando a Arqueologia
Por Antonio Canto
Colunista Brasil Escola
http://www.brasilescola.com/geografia/o-que-e-arqueologia.htm
Converse com a turma sobre arqueologia, tema abordado no livro didático, cuja atividade simula um achado arqueológico, uma peça feita e enterrada pelo próprio aluno, a qual ele vai procurar como se fosse um arqueólogo. Sabemos que muitas notícias científicas publicadas, muitas vezes são falsas, e no site UOL, sobre ciência, o aluno poderá descobrir algumas dessas falsas noticias cientificas. Faça essa busca na internet junto com a turma, usando um data show. Comente com a turma que as maiores fraudes científicas giram em torno da arqueologia e da paleontologia. As 10 maiores fraudes científicas podem ser encontradas no site http://ciencia.hsw.uol.com.br/arqueologia-e-paleontologia-canal.htm.
As 10 maiores fraudes científicas
Galinha dinossauro
Clone humano
Água com memória
Elemento químico ununoctium
Supercondutividade fraudulenta
Design inteligente
Tribo Tasaday
Bebês coelhos
Gigante de Cardiff
O homem de Piltdown
Depois de feitas as pesquisas coletivamente sobre as 10 maiores fraudes científicas, muitas delas sendo da área da arqueologia, proponha aos alunos que façam um desenho que represente cada uma delas, utilizando papel sulfite A4 e lápis de cor. Divida a turma em grupos de 4 alunos e entregue para cada grupo 10 cartões de 10 x 10 cm., peça que simplifiquem os desenhos feitos para representar cada fraude científica, decidam entre os desenhos quais os que melhor representem e passe para os cartões, cada desenho deverá ser feito em 2 cartões para que os cartões se transformem em um jogo de memória.
Reserve um tempo para os grupos brincarem com o jogo.
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