Uma pesquisa realizada por Carolina Levis, especialista em ecologia do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, e publicada na revista Science, demonstra que as espécies vegetais domesticadas pelas civilizações pré-colombianas são as mais dominantes.
“A domesticação de plantas na floresta começou há mais de 8.000 anos. Primeiro eram selecionadas as plantas com características que poderiam ser úteis ao homem e em um segundo momento era feita a propagação dessas espécies. Começaram a cultivá-las em pátios e jardins, por meio de um processo quase intuitivo de seleção”.
OLIVEIRA, J. Indígenas foram os primeiros a alterar o ecossistema da Amazônia. Disponível em: https://brasil.elpais.com.
Acesso em: 11 dez. 2017 (adaptado).
O texto apresenta um novo olhar sobre a configuração da Floresta Amazônica por romper com a ideia de:
Questões relacionadas
- Sociologia - Fundamental | 5. Raça, Etnia e Desigualdade
Para resolver a questão leia o texto a seguir.
O que proponho para o século XXI é um novo paradigma genômico / individual de estrutura da diversidade humana, que vê essa espécie dividida não em raças ou populações, mas em seis bilhões de indivíduos genomicamente diferentes entre si, mas com graus menores ou maiores de parentesco em suas variadas linhagens genealógicas.
Desde os primórdios da humanidade houve violência entre grupos humanos, mas só na era moderna essa violência passou a ser justificada por uma ideologia racista. De fato nas civilizações antigas não são encontradas evidências da existência do racismo (...). É fato que existia escravidão na Grécia, em Roma e em outras regiões. Mas os escravos eram geralmente prisioneiros de guerra e não havia a ideia de que fossem naturalmente inferiores aos seus senhores. A emergência do racismo e a cristalização do conceito de raças coincidiram historicamente com dois fenômenos da era moderna: o início do tráfico de escravos da África para as Américas e o esvanecimento do tradicional espírito religioso em favor de interpretações científicas da natureza.
PENA. Sérgio D. J. Humanidade sem raças? São Paulo: Publifolha, 2008. p. 8.
O racismo pode ser combatido pela ciência, já que
- Geografia | A. Globalização
(PUCRJ)
Com a crise econômica aprofundada em 2008, uma classe de países da Zona do Euro passou a ser chamada de PIIGS. Nesses países:
- Língua Espanhola | 1.3 Modelo de Questão: ENEM X Tradicional
TEXTO
Un gigante vivió hace 1.000 años en al-Ándalus
[1] Hace un milenio, un gigante vivió en una
población judía empotrada en la al-Ándalus
musulmana del sur de la península Ibérica. La
rocambolesca historia de su hallazgo se remonta
[5] al 20 de octubre de 2006, cuando un vecino de
Lucena (Córdoba) sacó a su perro a pasear. La
zona sur del pueblo estaba removida por las
obras para construir una nueva carretera de
circunvalación. Después de corretear por el
[10] terreno, el perro regresó con algo extraño en la
boca. Era un fémur humano.
Nervioso, el dueño de la mascota llamó a la
Policía Municipal y, en medio del desconcierto, el
fémur acabó también rodeado por agentes de la
[15] Guardia Civil y de la Policía Nacional, presentes
en el pueblo, de 43.000 habitantes. Daniel
Botella, el arqueólogo municipal, recuerda que le
llamaron aquella misma noche. Había más
huesos desperdigados. “En un principio se pensó
[20] que eran fosas de la Guerra Civil”, recuerda.
Pero, tras una buena inspección, se llegó a otra
conclusión: aquello era un enorme cementerio
judío con centenares de tumbas. Y en una de
ellas se encontraban los restos de un gigante que
[25] murió a los 30 años y fue enterrado, desnudo y
envuelto en un sudario, con la cara mirando a
Jerusalén.
“La maquinaria pesada utilizada para construir la
nueva carretera de Lucena se llevó parte de sus
[30] piernas por delante, así que no podemos
confirmar su estatura”, reconoce el antropólogo
Joan Viciano, que estudió sus restos cuando
trabajaba en la Universidad de Granada. Sin
embargo, los científicos hallaron una “mandíbula
[35] enorme” y otros huesos de gran tamaño que
sugieren “un probable caso de gigantismo”,
según los resultados de años de investigación
que se acaban de publicar en la revista
especializada Anthropologischer Anzeiger.
[40] El presunto gigante vivió alrededor del año 1050,
según dataciones con carbono 14 en puntos
cercanos a su tumba. Era el ocaso del Califato de
Córdoba. El pueblo de Lucena se llamaba
entonces Eliossana (“Dios nos salve”, en hebreo)
[45] y vivía su máximo esplendor. Funcionaba como
una ciudad judía independiente del poder
islámico de Córdoba, Sevilla y Granada. “Los
musulmanes y los cristianos tenían prohibida la
entrada al interior de su recinto amurallado”,
[50] explica Botella, director del Museo Arqueológico y
Etnológico de Lucena. Según Ibn Hawqal, un
viajero musulmán del siglo X, Lucena era la
ciudad en la que los judíos castraban a los
esclavos para destinarlos a los palacios de los
[55] mandatarios musulmanes.
El País: elpais.com/elpais/2015/03/26/ciencia/ 1424374084_380009html
El hallazgo del 20 de octubre de 2006 se dio
- Matemática - Fundamental | 06. Relações Binárias e Funções
Texto base: Um administrador observa o lucro de uma empresa A nos primeiros seis meses do ano de 2016.
Lucros mensais da empresa A
1º mês 2°mês 3º mês 4º mês 5º mês 6º mês
R$ 12 000,00 R$ 13 440,00 R$ 14 880,00 R$ 16 320,00 R$ 17 760,00 R$ 19 200,00
O mesmo administrador também observa a receita, no gráfico a seguir, da mesma empresa A nos primeiros seis meses do ano de 2016.
Enunciado:
a) Qual é a relação matemática que mostra o lucro L da empresa A, em reais, em função dos meses x para x variando de 1 até 6?
b) Qual é a relação matemática que mostra a receita R, em reais, da empresa A em função dos meses x para x variando de 1 até 6?
c) Considerando que o lucro de uma empresa é dado apenas pela diferença, nesta ordem, entre a Receita R e os custos C para manter a empresa funcionando, complete o quadro abaixo mostrando os custos, em reais, isto é, os gastos da empresa mês a mês.
Gastos mensais da empresa A
1º mês 2º mês 3º mês 4º mês 5º mês 6º mês
d) Qual é a relação matemática que mostra os gastos G, em reais, da empresa A em função dos meses x para x variando de 1 até 6?
- Filosofia | 4.3 Empiristas e Racionalistas
Os produtos e seu consumo constituem a meta declarada do empreendimento tecnológico. Essa meta foi proposta pela primeira vez no início da Modernidade, como expectativa de que o homem poderia dominar a natureza. No entanto, essa expectativa, convertida em programa anunciado por pensadores como Descartes e Bacon e impulsionado pelo Iluminismo, não surgiu “de um prazer de poder”, “de um mero imperialismo humano”, mas da aspiração de libertar o homem e de enriquecer sua vida, física e culturalmente.
CUPANI, A. A tecnologia como problema filosófico: três enfoques. Scientiae Studia, São Paulo, v. 2, n. 4, 2004 (adaptado).
Autores da filosofia moderna, notadamente Descartes e Bacon, e o projeto iluminista concebem a ciência como uma forma de saber que almeja libertar o homem das intempéries da natureza. Nesse contexto, a investigação científica consiste em